Casas
A Aldeia de Diagares era formada por casas humildes e simples como todas as outras pertencentes à parte serrana do concelho. Eram património e residência de alguns nobres, fidalgos e membros da igreja, apesar de não deixarem de ser simples casas de lavradores, mas um pouco mais abonadas que os restantes vizinhos do lugar, pessoas do povo.
Eram inicialmente casa de fidalgos, até que foi património de D. Maria Leonor Brum da Silveira Cabral que nasceu a 1895, que decidiu ir viver para o Porto e como era solteira e não tinha descendentes resolveu arrendar as casas da aldeia e passarem assim a ser casas de caseiros, membros do povo.

A Aldeia de Diagares era formada por casas humildes e simples como todas as outras pertencentes à parte serrana do concelho. Eram património e residência de alguns nobres, fidalgos e membros da igreja, apesar de não deixarem de ser simples casas de lavradores, mas um pouco mais abonadas que os restantes vizinhos do lugar, pessoas do povo.
Eram inicialmente casa de fidalgos, até que foi património de D. Maria Leonor Brum da Silveira Cabral que nasceu a 1895, que decidiu ir viver para o Porto e como era solteira e não tinha descendentes resolveu arrendar as casas da aldeia e passarem assim a ser casas de caseiros, membros do povo.

A Aldeia de Diagares era formada por casas humildes e simples como todas as outras pertencentes à parte serrana do concelho. Eram património e residência de alguns nobres, fidalgos e membros da igreja, apesar de não deixarem de ser simples casas de lavradores, mas um pouco mais abonadas que os restantes vizinhos do lugar, pessoas do povo.
Eram inicialmente casa de fidalgos, até que foi património de D. Maria Leonor Brum da Silveira Cabral que nasceu a 1895, que decidiu ir viver para o Porto e como era solteira e não tinha descendentes resolveu arrendar as casas da aldeia e passarem assim a ser casas de caseiros, membros do povo.
















